sábado, 1 de setembro de 2018

Motivação


ECOS DA “DESPENALIZAÇÃO” DO ABORTO EM MAPUTO, ABORTO ILEGAL AINDA EM “ALTA”


Apesar da legislação que despenaliza a prática do aborto até a 12ª semana de gestação aprovada no ano de 2015, em Maputo a prática do aborto ilegal parece estar longe de findar. Uma técnica de saúde de Hospital Central de Maputo (HCM), foi interceptada pela repórter do Update, que se fez passar por uma mulher aflita com um mês de gestação a procura dos serviços de interrupção da gravidez de forma ilegal.
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Sem hesitar, nem piedade das possíveis consequências da prática de um aborto ilegal, a técnica de saúde, "paralisou" as suas funções para ganhar um extra.
"Já que tens um mês de gravidez, pagarás 2000 Meticais. Não posso fazer o serviço hoje pois o chefe está. O trabalho é feito aqui mesmo no hospital, quando ele se ausenta, por isso, venha amanhã às 14 horas, porque não estará. É, simples em três horas no máximo, o trabalho estará feito. Pede sua amiga ou namorado para acompanhar-te e traz uma capulana" Disse a técnica devido a sua posição não mencionou o seu nome, limitando-se apenas em estabelecer o local do encontro com a "cliente" .
Para o Psicólogo, Adil Muguambe, o aborto existe na sociedade moçambicana faz tempo, mas de forma clandestina. A nova legislação não vem para autorizar uma realidade inexistente, mas tornar visível o que aparentemente era desconhecido.
Na sua opinião, a sociedade moçambicana não está preparada para encarar de facto essa nova realidade, devido aos tabus e ainda os hábitos culturais. Muguambe referiu ainda que o processo de mudança é muito longo, pelo que, para além da legalização do aborto, há uma necessidade de implementar-se uma série de medidas a destacar entre elas, a sensibilização sociocultural em torno do assunto.    

Paulo Manhiça (nome fictício), casado há nove anos e com uma filha, revelou que já se envolveu com uma outra mulher para além da sua esposa, há três anos. «Não era uma relação seria pois já sou casado e ela sabia. O "contrato" era de não se engravidar, quando por acidente aconteceu, decidimos que ela devia abortar. Fomos ter com uma senhora médica do HCM que tem em sua residência, no bairro de Malhangalene, um "consultório", onde presta os serviços de interrupção de gravidez», Contou.
Sem meias palavras disse que conheceu o "consultório" através de um conhecido e  que a amante tinha dois meses de gestação e, para interromper teve que pagar 2500 Meticais. O processo de remoção do feto segundo Manhiça com a cara aterrorizada, foi o momento mais doloroso pois a médica obrigou-lhe a presenciar o ocorrido. Acrescentou que o "consultório" da médica é bem organizado e com condições mínimas para a prática do aborto e, que a senhora não submete às pacientes aos exames clínicos, limita-se apenas em realizar a interrupção. O jovem disse ainda que a amante não sofreu algum efeito colateral e, é por isso que já indicou a "clínica" para mais de três amigos também casados.
Lina Paulo (nome fictício) actualmente casada, com 26 anos, disse que há oito anos, tentou abortar por duas vezes, mas não conseguiu.
"Comprei muita pílula, dia seguinte sob a orientação da minha cunhada mas, o feto não saiu. Queria abortar porque era muito nova. Gosto do meu filho e estou feliz por não ter conseguido interromper a gravidez", explicou.
 Ao ser perguntado: se a legislação estivesse em vigor na altura em que decidiram abortar, eles teriam apostado em uma interrupção da gravidez segura? Ambos foram unânimes ao responder que não.
Manhiça disse que "um aborto legal poderia comprometer a relação com minha mulher legítima, pois no hospital, há mecanismos que a pessoa é submetida antes de autorizar-se o aborto. Sem contar que pode até mesmo não ser autorizada a interromper, o que no clandestino não acontece".
 Paulo contou que na altura era muito nova e, no hospital teriam exigir-lhe a presença dos pais e ela não queria que soubessem, por isso não teria recorrer as instâncias legais.
«Temos uma moral hipócrita, o que vai dificultar a mudança social em torno da tabu ligada ao aborto», Afirmou Maira Solange de Fórum Mulher.
Para o Fórum Mulher, a despenalização do aborto em Moçambique é um passo que deve ser combinado com outros serviços a destacar dentre eles, o acesso cada vez mais facilitado aos contraceptivos e sem medir esforço para a sua divulgação, principalmente em redes sociais pois, é onde se encontram pessoas na sua maioria jovens e que segundo o Inquérito Demográfico e Saúde (IDS) 2011, essa é fixa etária mais afectada.
 Por sua vez, Nacima Figia, da associação internacional, The Save Children, concordou com a Solange ao afirmar que a legalização do aborto é uma forma de ajuda as mulheres principalmente, as que infelizmente ficam grávidas sem desejar e, a nova legislação, é um instrumento que lhes ajuda a tomar melhores decisões, sem ter que passar por situações de extorquir recursos, ou salvaguardar a sua vida em casos de gravidez de risco.
A representante da The Save Children referiu ainda que com a despenalização do aborto as mudanças vão acontecer a vários níveis: redução da mortalidade materna e ou infantil porque quando se apercebe ainda muito cedo sobre o risco quer da mãe quer da criança, pode se recorrer a esta solução, tendo a lei como suporte/protecção. Destacou ainda, os casos de gravidez por motivos forçados como por exemplo: violação.
Na sua visão, Moçambique é um país em via de desenvolvimento e naturalmente esta lei ajuda a fortalecer os mecanismos para se evitar gravidez de risco que contribui para aumentar as percentagens de morte. Fagia acredita que para a sociedade as mudanças que estas leis trazem vão ser compreendidas de forma gradual, tendo em conta que a própria lei defende que o aborto se faz mediante razões justificáveis.

A nova legislação rompe com o outro retrógrado, datado em 1886, que defendia, que a interrupção da gravidez era proibida em qualquer circunstância e penalizava a mulher e o "profissional" da actividade.
Importa referir que Moçambique tornou-se o quarto país africano a favor do aborto, para além de, Cabo Verde, África do Sul e Tunísia, apesar da condenação dessa prática porte da religião e dos conservadores.

Texto: Lápssia Mathe

Foto: Internet




quinta-feira, 16 de agosto de 2018

DEZENAS DE MORTOS EM ATAQUE SUICIDA EM CABUL



Um ataque suicida em Cabul, a capital do Afeganistão, matou pelo menos 48 pessoas e deixou feridas 67.
Um bombista suicida fez-se explodir em frente a um centro educativo, numa zona maioritariamente xiita da cidade.
Não há ainda reivindicação deste ataque, mas as autoridades acusam o Grupo Estado Islâmico (EI), que tem reivincdicado numerosos atentados na capital afegã e no leste do país, nomeadamente em mesquitas, escolas e centros culturais xiitas.
Testemunhas falam de trocas de tiros antes da explosão, o que faz pressupor que havia vários atacantes no local.

A maioria das vítimas são jovens. O local era um centro de estudos onde jovens se preparavam para os exames de entrada na universidade.

NOVA TENTATIVA DE BURLA EMPRÉSTIMO INTERNACIONAL ENVOLVENDO DESTA VEZ, A “DEPUTADA” DO SECRETARIADO DA POLÍCIA CENTRAL, CHRISTELLE AMANIE





Um ano e seis meses após a publicação da matéria “AGENTES”  DO BANCO ATLÂNTICO DA REPÚBLICA DE BENIN ENVOLVIDOS EM BURLA DE EMPRÉSTIMO INTERNACIONAL”, acção dos referidos “agentes” do Banco Atlântico continua, Christelle AMANIE, que se apresentou como “deputada” do Secretariado da Polícia Central de Cotonou, em contacto de forma voluntária  por email disse: “Temos recebido muitas queixas de várias embaixada a e os ministérios da defesa dos países estrangeiros. Nós contamos as queixas de várias vítimas no caso do empréstimo falso com o nomeado senhor Oladjide Tchegoun e MS. Tavares Luisa María de Bastos”

Para conquistar a confiança da vítima , AMANIE referiu que a  Tavares Luisa María de Bastos, está  a responder um processo judicial e , no âmbito desse processo Bastos confessou o crime e que Oladjide encontra-se em um lugar ainda desconhecido pela justiça mas que a procuradoria fará de tudo para encontrá-lo e responsabilizá-lo.

Para confortar a vítima, AMANIE  afirmou que apesar do processo estar  ainda em aberto, as vítimas podem ser reembolsadas os seus valores mediante a emissão do: certificado legal de fraude” e acrescentou: “este certificado levará a assinatura do Comissário central de Cotonou (Benin) e do Procurador da República do Benim. Ele serve como prova de que foi reembolsado o valor e, sem ele o serviço jurídico da fraude não devolver o dinheiro porque é apenas com esse certificado que é comprovado que foi enganado no Benin. ”
AMANIE referiu ainda que o valor do reembolso já foi enviado para as finanças dos países de origem de cada vítima, porém para emissão do referido certificado  a vítima deve pagar um determinado valor pelo mesmo.
 Questionada sobre a sua ligação com a procuradoria de Benin  e a legitimidade legal do referido pagamento para emissão do certificado, A AMANIE parou de responder os emails, demonstrando dessa forma que era uma nova tentativa de Burla.
 Importa referir que não existe nenhum dado referente a Christelle AMANIE na câmara dos deputados de Benin.

Texto: Lápssia Mathe
Foto: Internet


quarta-feira, 15 de agosto de 2018

PRÉMIO LITERÁRIO 21 DE AGOSTO A BOM RITMO


Terá lugar, no próximo dia 21 de Agosto de 2018, no Município de Quelimane, a cerimónia oficial de anúncio do vencedor do Prémio Literário 21 de Agosto – Edição 2018. Neste momento, encontra-se a decorrer o envio dos textos para o júri.

Este galardão, que vai na sua 4ª Edição, já se tornou uma referência no panorama da literatura nacional e resulta de uma parceria entre o Conselho Municipal da Cidade de Quelimane e a AEMO – Associação dos Escritores Moçambicanos. O seu objectivo é promover a produção literária nacional e o surgimento de novos autores, como forma de engrandecer a literatura moçambicana, de um modo geral, e a dinâmica literária e cultural do Município de Quelimane, em particular.
A este Prémio habilitam-se textos inéditos de autores moçambicanos, de Quelimane, nas categorias prosa, poesia, crónica, ensaio, teatro e literatura infantil ou infanto-juvenil. O apuramento final do vencedor resulta de um processo de escrutínio a cargo de um júri composto por três elementos, Ungulani Ba Ka Khosa (escritor) - Presidente, Jorge de Oliveira (escritor) e Sangare Okapi (poeta).
Ao vencedor cabe um reconhecimento monetário de 100.000 Mts (Cem Mil Meticais).
Para Jorge de Oliveira, membro e porta-voz do Júri, este Prémio “tem contribuído para o reforço da dinamização dos hábitos de leitura e escrita, em Moçambique, para elevação do nosso nível cultural e criação de novos nomes no mundo das artes e letras”.
Para Manuel de Araújo, Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Quelimane, este Prémio “enquadra-se no compromisso de Quelimane com a cultura moçambicana e com os autores de Quelimane, visando a sua promoção e estimulando a publicação de autores nascidos na Zambézia e os hábitos de leitura em Moçambique”.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

09 DICAS PARA TINGIR A REALIZAÇÃO PESSOAL


1. Acredite em você

Antes de tudo, acredite em si mesmo. Só é possível desenvolver um bom trabalho e atingir metas se tiver compreensão e clareza sobre a sua capacidade de realização.
2. Tenha sonhos
O que mantém uma pessoa motivada são seus sonhos. Eles são o combustível para a busca dos objetivos. Reflita sobre sua vida e observe se seus sonhos estão em primeiro plano e se você está lutando por eles.
3. Não desista de lutar
Por mais que a batalha seja árdua, não fuja dos desafios. Portanto, supere o medo e as incertezas. Para conseguir ultrapassar barreiras, o conhecimento e a preparação são essenciais na conclusão das grandes etapas de seus projetos. Sendo assim, arrisque e esteja sempre consciente da sua competência.
4. Aprenda com os erros
Os erros tornam o indivíduo mais experiente e atento com relação a novas situações, fazendo com que essa experiência se converta em aprendizado. Portanto, não se bloqueie diante de uma falha, mantenha o foco e siga em frente.
A motivação no trabalho é importante
5.  Realize actividades que fazem você feliz
A melhor maneira de driblar a falta de motivação é fazer coisas que proporcionem bem­-estar. Faça uma lista de atividades que você gostaria de realizar e comece a praticá­las. Você vai perceber que, aos poucos, se sentirá mais motivado e determinado a realizar todas as suas tarefas com o mesmo ânimo e excelência.
6. Pense positivo
Ser otimista e encarar os desafios com firmeza e disposição contribui para que boa parte da jornada seja percorrida. Dessa forma, procure direcionar suas atitudes e perspectiva para os pontos positivos, fazendo do pessimismo uma palavra inutilizada em seu vocabulário.
7. Estabeleça metas
Pensar positivo e sentir-se bem são impulsionadores para que a motivação esteja presente, porém é preciso colocar em práticas tais emoções. Para que isso seja possível, relacione suas prioridades, bem como as tarefas e os respectivos prazos.
8. Reflicta
Reserve  tempo para refletir sobre atitudes, conquistas e fracassos. Essa análise é crucial para que você possa constatar se os seus objetivos estão alinhados com as suas ações, de forma que você possa redirecionar seus esforços para o que realmente almeja.
09.Comemore as conquistas
É importante ter a consciência dos resultados obtidos. Assim sendo, celebre suas vitórias e permita que a sensação de dever cumprido e metas alcançadas permeiem em seu ser.


Dança de Salão atrai Adeptos em Moçambique



17h:30mim até perto das (20 horas) é horário reservado para atletas da AADD estar em acção e praticar as suas habilidades. Para o treinador Ademã Chaúque da AADD, a dança desportiva é uma manifestação corporal humano. Chaúque defendeu que dançar significa expressar emoções, uma forma de relacionar-se consigo e com os outros, para além de envolver outras expressões artísticas aos exemplos da música e o teatro.
O treinador explicou que a dança desportiva chegou em Moçambique através da professora moçambicana Ilda Djabo que residiu por muito tempo na África do Sul e, pelos contactos que teve com essa modalidade, quando regressou a terra natal em 2008 teve a iniciativa de implementar essa expressão corporal.
Chaúque contou que “Fui um dos primeiros formados pela professora no Centro de Pesquisa Coreográfico em 2008. Actualmente sou treinador dessa modalidade. Danço há 12 anos antes de praticar essa modalidade, fazia a dança contemporânea uma expressão artística que surgiu na década de 60 como uma forma de rompimento com a cultura clássica”.
 A dança desportiva é composta por dez danças de salão divididas em duas categorias nomeadamente as latinas que se subdividem em Samba, Chá-Chá-Chá, Rumba, Paso doble e Jive – e as clássicas – Valsa inglesa, Valsa vienense, Tango, Slow-fox e Quick-step.
Conhecida como uma modalidade de dança que engloba vários ritmos, a Dança Desportiva é uma actividade praticada por pessoas de ambos os sexos, de todas as idades e níveis sociais. Associação está aberta para o público a partir dos quatro anos em diante. O treinador explicou que a criança com essa idade pode praticar essa modalidade visto que, já tem a capacidade de fazer movimentos corporais mais precisos. Chaúque firmou que a AADD é até então a conta com mais de 25 membros e acrescentou que os atletas moçambicanos,já participaram em diversas competição fora do país a destacar: Lesotho, Botswana, Swazilândia e ainda aqui em Moçambique no campeonato da dança desportiva realizado no ano passado. Para a prática da modalidade o treinador disse que cada atleta contribui com um valor simbólico de 600 a 800 Meticais de acordo com os dias da prática dessa modalidade, em média ensaia-se três vezes por semana das 17horas:30minitos às 19horas:30minutos. Chaúquereferiu que apenas os mais destacados são escolhidos para participar dos campeonatos e acrescentou que «quando participamos em campeonatos não saímos de mãos abanados sempre conseguimos a primeira ou a segunda posição».
Pode-se encontrar ritmos moçambicanos na dança desportiva?
Chaúque respondeu que essa expressão corporal está em constante evolução, desde os passos às músicas das diferentes danças.Como forma de representar a cultura do país, sendo essa uma característica da dança, o treinador afirmou que a AADD tem procurado sempre fazer uma fusão dos diferentes ritmos da dança desportiva com os compassos musicais da cultura moçambicana, ao exemplo do bailado "Niketche", baseado no livro da escritora moçambicana Paulina Chiziane criado pela AADD.
 Para enfatizar ainda mais a ideia de que é possível encontrar ritmos moçambicanos na Dança Desportiva, Chaúque explicou que no Samba pode-se encontrar tempos musicais de Marrabenta e por isso que, por vezes a AADD faz uma fusão desses ritmos deste modo cria, o Samba na Marrabenta e vice-versa mas essa mistura só é possível, segundo Chaúque quando se fez um trabalho de pesquisa.

«Tenho 31anos estou a terminar a minha licenciatura na área de engenheira eletrónica. Apesar de ser discriminado pela sociedade por dançar não como um hobby mas como uma profissão, não desisto da dança pois ela é o meu futebol. Sou feliz por mexer o corpo», disse.

Para escolha do par de dança, o treinador explicou que não seleciona para ninguém a parceira que cada pessoa deve optar para dançar visto que a dança é também uma de expressar os sentimentos sendo que onde há insatisfação a mesma não se realiza com perfeição.
Chaúque disse que a pessoa pode bailar com diversos parceiros que achar necessário até encontrar o parceiro ideal ou seja o par com o qual se identifica e o faz flutuar no encanto da dança.
Os atletas Calisto Muchanga e Tenise Mondlane com mais de metade de uma década, na estrada da dança desportiva, já tiveram vários parceiros de dança mas, só no ano passado descobriram que têm grande afinidade na dança pelo que, nos princípios do ano em curso decidiram formar um casal de dança. Tudo leva a crer que os dois amantes da dança desportiva estão a ter uma boa conexão pois em cada encruzilhada do baile revelam que a beldade da dança está assente na harmonia perfeita do par.
Calisto Muchanga de 25 anos, disse que a dança está presente em diversos momentos da vida do homem o que se evidencia desde muito cedo quando a criança sente a necessidade de mover-se e expressar espontaneamente através do movimento corporal pelo que na sua opinião, há uma necessidade de implementar-se a dança no curriculum escolar nacional visto que ela também pode ser uma forma de educar as crianças.

«Na procura de uma actividade de feiras, há sete anos, apaixonei-mepela dança, desde então não parei mais.Já participei em diversos campeonatos em vários países a destacar: Lesotho e Swalândia e sempre conquistei a primeira ou segunda posição. Para além de dançar estou a estudarinformática, no Instituto de Transporte e Comunicação», disse.
TeniseMondlane, de 20 anos, atleta dessa modalidade há seis anos contou que «apaixonei me pela dança na procura de uma actividade desportiva por questões de saúde, nunca fui discriminada por dançar. Já participei em diversos campeonatos em vários países a destacar: Lesotho e Swazilandia e sempre conquistei a primeira ou segunda posição. Estou a fazer licenciatura na área de tecnologia biométrica laboratorial ou seja, é um curso de laboratório em análise clínica».
Chaúque, Muchanga e Mondlane afirmaram que procuram organizar as suas actividades laborais para que a dança não influencie negativamente nos seus estudos.
 Eco do surgimento da modalidade
Importa referir que a dança de salão surgiu entre o século XVII e o início do seculo XIX, inicialmente entre as classes mais altas da sociedade que participavam de eventos e bailes. Entre os seculos XIX e XX, esse bailado tornou-se popular. A partir de 1909 realizou-se diversos campeonatos mundiais em torno dessa modalidade.

Texto: Lápssia Mathe

Fotos: Atletas de ADDA

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