sexta-feira, 27 de março de 2015

Desfazer a salada do casal

Confiança 


Ninguém quer estar inseguro em um relacionamento, então a confiança é imprescindível. Confiança é acreditar, sem sobre sombras de dúvidas.
Há quem acredita que um pouco de ciúme é bom e, é gostoso mas, há que concordamos que muito ciúme é não só insegurança mas a falta de confiança.
São vários os motivos que podem levar um dos cônjuges a desconfiar do outro a destacar: a mentira e a falta de consideração mas, o casal deve junto procurar ultrapassar essas barreias através da comunicação, compreensão, atenção, consideração e respeito. Entenda que a confiança é necessário para que a relação a dois seja saudável.

Para a semana no Desfazer a salada do casal, abordagem para a próxima sema será sobre: Atenção, Consideração e Respeito.


Malap Mathe
Desfazer a salada do casal

Compreensão



Em um relacionamento é importante que o casal saiba que embora os dois tenham uma afinidade, eles não pensam da mesma forma em diferentes situações. Entenda, entre o casal o mais importante não é que o seu cônjuge se comporte da mesma forma que você, mas, que cada um dos cônjuges procure entender o outro através dos diferentes convívios e conversas. 
A compreensão fortalece a união do casal pois, ela pode evitar mágoas entre os dois. 
Quando a pessoa procura entender, os motivos pelos quais seu parceiro reagiu dessa ou aquela maneira, tudo pode ficar mais fácil de ultrapassar-se.

A incompreensão pode impedir a demonstração de carinho e amor entre o casal, por isso, antes de julgar uma situação, por mais absurda que ela lhe pareça, primeiro, tente entende a atitude do outro.
Entender o outro permite que as diferenças entre o casal sejam ultrapassadas. A próxima abordagem será sobre a Confiança.

Malap Mathe
Desfazer a salada do casal

Rotina

Estar em uma relação em que haja a coordenação da rotina do casal é bom mas, há que acordamos que o seu excesso leva a uma monotonia que cria um esfriamento no relacionamento que pode até mesmo, causar uma separação.
Quando o relacionamento cai na rotina não significa que não haja o sentimento um pelo outro, apenas que o casal se acomodou nas mesmas coisas.
Infelizmente, a rotina é uma realidade que, mais cedo ou mais tarde, bate à porta de todos os casais. Com o passar do tempo, as novidades não causam mais emoções pois deixam de ser novidades.
De repente, as conversas a dois giram em torno dos filhos ou dos problemas familiares nunca em torno dos cônjuges. Os programas entre o casal fazem com que você se sinta como se fosse todos os dias juntos iguais pois, sabe exactamente onde irão e o que farão. 
Há que acordamos que a rotina quebra a emoção do casal, por isso é importante que por vezes os cônjuges criem um espaço para que haja a espontaneidade entre os dois, deste modo as coisas acontecerão naturalmente, consequentemente a rotina será rompida.

É necessário que o casal por vezes frequente lugares diferentes dos habituais; Converse sempre, mas que a mesma interação não seja sempre necessariamente sobre os filhos ou problemas; Inove as práticas sexuais, mas atenção: deve haver o consentimento mútuo. Criem e recriem os vossos hobbies e, não deixem que os vossos programas apenas sejam divertidos quando os outros (familiares e amigos) também fazem dos mesmos, assim o casal poderá manter a chama da emoção do relacionamento. A próxima abordagem será sobre a Compreensão.
Malap Mathe


Estilos que se descobrem com a Missanga


Nas mãos de Armando Machel as missangas ganham formas de cintos, bolsas, chaveiros entre outros artigos que fazem parte principalmente da colecção do mundo feminino. Em entrevista, esse artesão falou do uso da missanga como um adereço convencional que diariamente procura conquistar espaço no mundo da moda.
A missanga é uma riqueza cultural, caracterizada por diversas cores, tamanhos e formatos que, pode ser encontrada em forma de brincos, colares, cintos, pulseiras em diversos desfiles de moda, feiras até mesmo, com os vendedores ambulantes.


Diariamente, com o pôr-do-sol à hora tradicional do telejornal em Moçambique (20 horas), Armando Machel, de 35 anos, transforma o seu quarto em um atelier onde, acama desempenha o papel de mesa para colocar as missangas, o alicate, os fios entre outros matérias necessários para a produção das suas obras. A partir da tentativa da reparação de um anel de missanga que sua irmã lhe tinha oferecido quando adolescente, há mais de 10 anos, Armando Machel disse que descobriu o seu potencial criativo, suas habilidades em produzir artigos engraçados e interessantes.
«Ninguém me ensinou essa arte. Adquiri competências com a experiência. Os meus clientes na sua maioria são estrangeiros. Não posso precisar, quantos artigos produzo diariamente, pois, isso depende da cumplicidade do próprio trabalho, por exemplo, para fazer apenas, uma pasta grande, levo dois dias contra duas horas no máximo para fazer um anel», afirmou.
Em 2003, aproximadamente três anos depois de ingressar no mundo artístico, consequentemente, ter conseguido cativar corações em Moçambique, tendo as suas obras expostas e a venda na Mozarte e no Centro Cultural Franco Moçambicano (CCFM), o artesão, decidi conquistar o mercado sul-africano.
O salto à terra do rand (África do Sul) foi motivada por diversos amigos e fazedores de artes que também têm procurado explorar outros mercados.
Armado Machel sente-se feliz pela tentativa de explorar o mercado da terra do Nelson Mandela, pois, acredita que conseguiu cativar os corações dos diversos amantes dessa arte. Na sua opinião o povo sul-africano usa mais artigos feitos ou com certos detalhes de missangas.   
Onde adquiri a Missanga? 

Diferente da sua terra natal, o artesão afirmou que a terra do Jacob Zuma, possui várias lojas de especializada na venda de artigos feitos a partir de missanga onde, ele com a sua criatividade e talento conseguiu um espaço para expor às suas obras.
«Infelizmente em Moçambique, apenas encontro as missangas no mercado Xipamanine, ao passo que, na terra do rand, tenho diversas lojas para obter o material. Ainda diferente do meu país, na África do Sul, os meus clientes na sua maioria são os próprios sul-africanos», desabafou.
Esse artista levou sete anos para conquistar o mercado sul-africano. Actualmente vive em Moçambique mas, por vezes, tem viajado a terra do rand apenas, por questões profissionais.
Na sua opinião a arte pode mudar a forma de perceber o mundo e o comportamento das pessoas, para além de criar uma oportunidade de emprego e renda deste modo, melhorar as suas condições de vida.
Armado Machel afirmou que cada artigo é único e diferente na sua forma. Segundo ele, é importante produzir obras de acordo com as exigências do mercado pois, as missangas podem também serem tendências de moda contemporânea.
Para o artesão, a escolha do material adequado do artigo à produzir, é o passo fundamental para que o artigo seja relacionado com as tendências da moda actual e, ainda, produzi-lo com qualidade. Segundo o artista, os modelos a serem produzidos são determinados pela inspiração que tiver no momento da criatividade e, ainda, o custo das mesmas, é determinado de acordo com material gasto, o tempo de produção, por último, a dificuldade que o artista tem para a criação dos artigos.
«Geralmente uso as missangas mais pequenas parta criar as obras. Tenho preferências pelas cores: preta, branca, verde, amarela e vermelha. O artigo mais complicado que já produzi, foi uma pasta grande com detalhes da bandeira de Moçambique que me levou dois dias e, vendi aproximadamente a 1400meticais. A obra mais acessível, foi um anel que produzi em uma hora e meia e, vendi a 50 meticais», explicou.
Questionado pela revista sobre a concepção geral que paira na sociedade moçambicana que, dá conta que, o artigo “feito à mão” é até um certo ponto desinteressante devido certos erros de produção que podem ser nele encontrado, o artista respondeu que onde há talento, criatividade e dedicação há “perfeição”. Na sua opinião as máquinas não dão competências mas, ela é adquirida com a experiência, com isso repisou que não ignora a importância da tecnologia.
Armado Machel afirmou que na sua terra natal, trabalha sozinho pois, a dimensão da procura do seu trabalho é reduzida, comparativamente a terra do rand, onde conta com dois ajudantes.
«Produzo artigos principalmente para as mulheres pois, crio mais obras femininas como os brincos, carteiras, bolsas e colares. Para os homens geralmente crio anéis, cintos e chaveiros. O negócio é sustentável mas como sou um artista, não vivo dessa actividade apenas, sou também um serralheiro,» afirmou.
Para o artista o tempo não é constitui um problema pois, acredita que sabe coordenar as suas actividades, nas primeiras horas ao por do sol, momento em que começa a tecer as diversas obras de missanga, ele geralmente trabalha com a serralharia.
Armando Machel lamenta o facto da missanga na sua terra natal ainda estar a ser "discriminada" pois, segundo ele, é por muitos, considerada algo típico de curandeiros, ao passo que, na terra do rand, a missanga é valorizada pela população da mesma forma que na cidade das acácias consideram os artigos convencionais. 
História da Missanga em Moçambique
 À semelhança da Capulana, a missanga é uma herança das relações comerciais que se estabeleceram com os povos asiáticos e árabes, posteriormente a chegada dos europeus. A origem do uso ainda é incerta. O comércio colonial em Moçambique tinha como moeda de troca o ouro e o marfim, em contrapartida, os comerciantes estrangeiros traziam diversos artigos dentre eles, estava a missanga, com os diferentes usos quotidianos a destacar o fabrico de bijuterias aos exemplos de bolsas e pulseiras. A missanga diariamente procura conquistar um espaço como um adereço convencional através do seu diferente uso.
Desde 2003 é, devido os motivos profissionais não consegue ter um relacionamento solido pois, segundo é difícil, encontrar a mulher que possivelmente compreenda a sua vida corrida.


Malap Mathe

Palavra da Semana

  
"Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas.
(Provérbios 3.5-6)

quinta-feira, 12 de março de 2015

Palavra da Semana



“O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”


(1 Coríntios 13:4-7)
Tecer formas e estilos com a Capulana

 




Capulana é o nome que se atribuiu, a um tecido que, tradicionalmente, é usada pelas mulheres para cobrir o corpo. Considerada uma riqueza cultural, caracterizada por diversas cores e tamanhos que pode ser encontrada com os vendedores ambulantes e, em diversas lojas do todo território moçambicano, é actualmente uma nova preferência no mundo da moda internacional.

Para a estilista moçambicana, Taússe Daniel, a arte de transformar a capulana em peças únicas a destacar: saias e vestidos para as mulheres e, casacos para os homens, virou uma tendência no mundo da moda, graças a eventos como Mozambique Fashion Week (MFW), que promovem este precioso tecido, para além das figuras públicas nacionais, aos exemplos dos músicos Stewart Sukuma, Mingas e Neyma, ainda personalidade internacionais a destacar: a Beyoncé e Rihanna que influenciam a sociedade para o uso desse tecido característico de Moçambique, nessa vertente mais moderna.
Na sua opinião, «essa nova concepção de olhar-se para a capulana como um tecido, que também pode desfilar em grandes eventos é positiva, tendo em conta que ela é uma marca do país para o mundo».




Em 2009, Taússe Daniel conquistou o prémio de Young Design no evento de moda, Mozambique Fashion Week, para além de cria colecções de roupas e acessórios que, exercem uma forte influência sobre a maneira como as pessoas devem vestirem-se, é arquitecta e urbanista.
«Compro a capulana cá em Maputo pois, temos muitas lojas que vendem esse tecido mas, quando preciso de alguma estampa personalizada encomendo de fora. Não posso revelar o país que me tem fornecido esse tipo de serviço pois, é nesse segredo que reside o meu sucesso para além da minha criatividade», contou.
Taússe Daniel, actualmente com 23 anos, ainda em dedo de conversa contou que apenas usa as roupas de capulana em eventos especiais a destacar, o desfile de moda, o lobolo e o casamento e, referiu que fornece roupa para as províncias de Beira e Inhambane ainda para países como, Angola, Portugal e Brasil para além de ter feito algumas roupaspara figuras públicas como a antiga governadora da cidade de Maputo, Luciana Hama e a cantora Marlene.
Diferente da Taússe Daniel, para estilista moçambicana Cira Saldanha as roupas de capulana fazem parte do seu dia-a-dia pois, é a forma que ela encontrou para valoriza-la.
Cira Saldanha acredita que na capulana há uma forma diferente de vestir, não apenas pelo que ela significa para a sociedade moçambicana mas, pelo facto de ela ser algo novo para o mundo da moda.
Na sua opinião com a globalização a capulana começou a perder terreno para as calças, saias  e vestidos de gala importados mas, ultimamente, as mulheres começam a perceber que é possível vestir todos os estilos de roupa, aproveitando ricamente a beleza única desse tecido.  A capulana é um símbolo para os moçambicanos, para Cira Saldanha, criar roupas baseadas nela é uma das formas de preserva-la.
A capulana é um tecido colorido que as mulheres moçambicanas vestem em vários momentos da vida. As mulheres enrolam a capulana na cintura, fazendo, deste modo, o papel de saia. Pode-se também cobrir o tronco ou qualquer outra parte do corpo, isso, vária de localidade para localidade, ou vontade mesmo da pessoa.Algumas mulheres usam a capulana para carregar seu bebé em segurança nas costas, enquanto realizam outras tarefas.

para Cira Saldanha, ela não seria mais do que um tecido comum se não fossem os lindos desenhos estampados nela, que são verdadeiras obras de arte e o grande significado que ela tem para o povo moçambicano.
Precipita-se quem pensa que a capulana é apenas procurada por mulheres pois Cira Saldanha, garantiu que os homens também já estão nessa competição.
Cira Saldanha concorda com a Taússe Daniel ao afirmar que as mulheres procuram mais por vestidos e saias e os homens por casacos de capulana.

Custos da valorização da Capulana
Engana-se quem pensa que mandar fazer roupas de capulana é algo acessível, Taússe Daniel, revelou que já criou um vestido de casamento de capulana com detalhes de pérola em uma semana e, cobrou 30 mil meticais ainda acrescentou que, um vestido simples com esse tecido cultural cobra no mínimo cinco mil meticais. Cira Saldanha afirmou que também já produziu um vestido de casamento com detalhes de capulana em uma semana e, cobrou 25 mil meticais ainda referiu que, cobra no mínimo três mil meticais para um vestido simples com esse tecido.
«Criar uma obra única, por mais simples que seja, não é uma tarefa fácil. Geralmente o cliente propõe o modelo da roupa que pretende mas, sempre tenho que fazer a minha proposta de acordo com o evento. Conto com ajuda de seis colaboradores e tenho uma loja em Maputo. No ano passado levei a capulana para um evento de moda na Itália que foi muito bem recebida», justificou Taússe Daniel. 
Para Cira Saldanha toda obra de arte bem trabalhada, por mais simples que seja, tem o seu valor, afirmou que compra a capulana em Maputo e os trabalha com mais oito pessoas, acrescentou que com a capulana pode-se também fazer cobertores, toalhas de mesas e ainda cortinas para janelas.
Cira Saldanha tem actualmente 34 anos, cresceu num ambiente de linha e agulha pois, a sua mãe é uma modista de profissão, com quem aprendeu essa arte de corte e costura. Em 2005 viajou para as terras lusas, onde fez o curso de decoração e, segundo ela usava muita costura para a criação de roupas das cadeiras e mesas. Em 2013 regressou a terra natal onde, retomou a arte de trabalhar com o tecido. Diferente da mãe apostou em criar trabalhos de sua autoria e tornou-se dessa forma em uma estilista. Diferente da Taússe Daniel, ela afirmou que nunca vestiu alguma figura pública e ainda, não participou em algum evento de moda mas fornece roupas para Portugal.
Para a criação das suas roupas, as duas estilistas afirmaram que apostam na capulana mais resistente (dura) pois, as suas criações saem da melhor forma. Para além da capulana têm apostado nos tecidos de renda e cetim.
Por sua vez, a deputada da Renamo, Ivone Soares, postou recentemente fotografias suas nas redes socias, vestida de capulana e ainda afirmou «Valorizemos o que é nosso. Eu gosto da nossa Capulana. Podemos estar elegantes vestindo (também) o que é nosso».

Para Rassane Média e Fermina Tameta, membros da associação e banda Kulhanga, a ideia de apostar em roupas de capulana começou com a integração das duas na banda nos princípios de 2014. A banda faz a música afro-contemporâneo, um estilo que mistura ritmos africanos como: a Marrabenta, o Xigubo, House e Kwaito, as duas afirmaram que sentiram a necessidade de apostar em uma indumentária que valoriza a cultura africana e, segundo elas a capulana é uma marca africana por isso, passaram a usa-la. Numa primeira fase, em eventos da banda mas acabaram por ganhar o gosto pelo que, actualmente a vestem frequentemente.
Rassane Média de 23 anos tem preferência pelas saias e casacos de capulanas e a Fermina Tameta aposta mais em chapéus e calças com detalhes de capulana pois, acreditam que se identificam mais com esses artigos.
A capulana faz também parte do quotidiano do grupo Tofo de Mafalala que existe há quase uma década em Moçambique e dedica-se na dança e música cultural moçambicana.

De quem herdamos?

A Capulana representa hoje a roupa africana, mas é herança das relações comerciais que se estabeleceram com os povos asiáticos e árabes, posteriormente a chegada dos europeus. A origem do uso ainda é incerta. O comércio colonial em Moçambique tinha como moeda de troca o ouro e o marfim, em contrapartida, os comerciantes estrangeiros traziam o pano (Índia) principalmente no período colonial português. Foi nesse processo de troca que o tecido, trazido da Índia, tornou-se uma vestimenta importante na cultura moçambicana.
A Capulana, com os diferentes usos quotidianos tornou-se em um adereço tradicional, adquiriu diversos significados ao longo do tempo e que de tal maneiras tornou-se um elemento de representação cultural. Ela representa hoje, através de suas cores, usos e estampas, a nação, grupos distintos e transmite os vários significados dos hábitos e costumes do povo moçambicano.

Malap Mathe

Desfazer a salada do casal
 Liberdade

No começo do relacionamento, o amor proporciona uma grande aproximação entre o casal, uma união que cria uma interdependência forte entre os dois. Sendo o princípio, tudo aparenta ser maravilhoso mas, com o tempo, essa sensação de dependência do outro, começa a incomodar uma das partes. De repente um dos dois apercebe que a sua vida resume-se no outro. Para piorar a situação surge o medo de falar com ele sobre a necessidade de desenvolver também de forma individual. Perguntas como: o que irá pensar de mim? Será que irá entender? São muitos frequentes mas, agindo dessa forma, você não permitirá que haja um equilíbrio entre os interesses individuais e comuns do casal, entende: a pessoa está consigo porque quer, ou melhor, ela teve a liberdade de escolher relacionar-se consigo então, agora permita que também atinja os seus objectivos individuais antes que, mais uma vez, tenha a liberdade de escolher viver sem você.
 Sendo assim, deixe de imaginar mil e uma maneiras de sofrer uma decepção, pelo facto de aceitar que o seu cônjuge tenha a liberdade de desenvolver também de forma individual pois, dar ou não essa liberdade, não o impede de decepcionar a você.

É muito importante entender que embora sejam um casal, ambos devem continuar a ser pessoas independentes. Há uma necessidade do casal amadurecer para que haja um apoio entre ambos também no desenvolvimento de forma individual, assim, haverá um equilíbrio entre os dois. Para a semana no Desfazer a salada do casal, abordagem para a semana será sobre: a Confiança, a Compreensão e a Rotina.


Malap Mathe

Motivação